Tecnologia na saúde não resolve sozinha. Comunicação é o que transforma acesso em resultado.
A telessaúde deixou de ser tendência. Hoje, o Brasil já conta com 46 núcleos ativos em 23 estados, articulados nacionalmente pelo Ministério da Saúde, dentro do avanço para o SUS Digital.
A estrutura está em expansão.
São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Amazonas, Pará, Espírito Santo e Distrito Federal já operam iniciativas consolidadas. No Nordeste, estados como Alagoas, Maranhão e Piauí fortalecem a atenção básica com apoio remoto de especialistas.
O objetivo é claro: reduzir filas, evitar deslocamentos desnecessários, emitir laudos à distância e qualificar equipes por meio de tele-educação.
A tecnologia está disponível.
A política pública avança.
Mas o impacto real depende de um fator decisivo: comunicação.
Se gestores e profissionais não entendem fluxos e benefícios, a adesão diminui.
Se a população não confia, o serviço não é utilizado.
Se a informação não é clara, surgem ruídos.
Comunicar de forma estratégica tanto as plataformas de teleatendimento quanto os recursos de tele-educação fortalece a assistência e aumenta a resolutividade da rede.
Comunicação institucional não é propaganda.
É estrutura.
É adesão.
É confiança.
A tecnologia já está posta. O diferencial competitivo está em como ela é comunicada.
Quer estruturar uma estratégia de comunicação que potencialize iniciativas de saúde digital e gere impacto real? Vamos conversar.